Campeonato de futebol do DF 2026 começou com quatro jogos e calendário cheio para clubes do DF

O Candangão 2026 não é só uma competição: é o ponto de partida de um ano que pode redefinir futeubol do DF

Redação FG
Lido a 4 Minuto
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Casa cheia no Estádio Bezerrão no Gama. Foto: Filipe Fonseca/Gama

O Candangão 2026 começou neste sábado com quatro partidas e abriu oficialmente a temporada mais carregada do futebol do Distrito Federal nos últimos anos. A mudança no calendário da CBF, que entra em vigor justamente em 2026, coloca os clubes do DF diante de um ano com mais competições, mais viagens e mais decisões em curto espaço de tempo.

Logo na abertura, o torcedor percebeu o peso do calendário. Com a bola rolando em estádios diferentes, técnicos, atletas e dirigentes já trabalham com a calculadora na mão. O Campeonato Estadual é apenas a primeira etapa de um ciclo que inclui Série D do Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e o retorno da Copa Centro-Oeste.

Você que acompanha o futebol local sabe o que isso significa na prática. Menos tempo de descanso, elencos mais exigidos e decisões rápidas dentro e fora de campo. A partir de 2026, o DF terá quatro representantes na Série D, o que amplia a visibilidade, mas também a pressão por resultados.

O Candangão, portanto, não é apenas mais um torneio. Ele define o calendário de 2027 e pode determinar quem terá ou não um ano cheio na próxima temporada. Na prática, cada ponto passa a valer muito mais.

Entre os destaques desta edição está o retorno do Brasília, terceiro maior campeão da história da competição. Depois de dois anos na divisão de acesso, o clube volta à elite local com a missão clara de se reposicionar no cenário distrital. A arquibancada do Bezerrão, onde o time manda seus jogos, volta a receber um protagonista histórico.

Outro retorno simbólico é o da ARUC, tradicional equipe do Cruzeiro. Foram 22 anos longe da Primeira Divisão. Para muitos torcedores, é a chance de rever camisas, cores e histórias que marcaram época. Para os jogadores, é a oportunidade de escrever um novo capítulo.

A fórmula de disputa repete o modelo de 2025. As 12 equipes se enfrentam em turno único na primeira fase. As quatro melhores avançam às semifinais, com cruzamento olímpico: 1º x 4º e 2º x 3º, em jogos de ida e volta. A final será em partida única, no dia 21 de março, no Estádio Mané Garrincha.

A competição contará com oito estádios espalhados pelo DF. O Serejão, em Taguatinga, recebe os jogos do Brasiliense. O Estádio JK, no Paranoá, será casa de Capital e Paranoá. O Rorizão, em Samambaia, atende Samambaia e ARUC. O Abadião, em Ceilândia, recebe o Ceilândia. O Defelê, na Vila Planalto, é palco de Real Brasília e Sobradinho. O Bezerrão, no Gama, recebe Gama e Brasília. Já o Mané Garrincha fica reservado exclusivamente para a final.

Na prática, o que se vê é um futebol local mais espalhado, mais acessível e mais exigente. Os clubes se movimentam, os elencos se ajustam e o torcedor volta a fazer parte da rotina dos estádios.

Veja os resultados da primeira rodada:

JOGOS – 1ª RODADA

JK (DF) – 10/01 – Ontem (Sábado) – 15:00
Paranoá 0 x 1 ARUC
Boca do Jacaré – 10/01 – Ontem – 16:00
Brasiliense 4 x 0 Brasília
Abadião – 10/01 – Ontem – 16:00
Ceilândia 1 x 1 Sobradinho
Bezerrão (DF) – 10/01 – Ontem – 19:30
Gama 1 x 0 Real Brasília

JK (DF) – Hoje – 15:30
Capital-DF x Samambaia
Sem cobertura

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